domingo, 12 de maio de 2013

Árvore maravilhosa, cheia de encantos mil...






Estar debaixo desta macieira é como se estivesse a nevar em pleno mês de Maio, tal é a quantidade de pétalas que caem suavemente no solo cobrindo-o de branco. São milhares as flores que esta árvore apresenta nesta primavera tardia. 

No ano passado e devido a um mês de Abril chuvoso foram poucas as flores que vingaram, apenas uma dezena de frutos. Talvez por isso este ano ela quisesse compensar-me pela colheita pobre do ano passado. Não há fome que não dê em fartura, assim que acho que vou ter retirar alguma fruta para aumentar o seu tamanho.

Da variedade reineta parda, uma das minhas preferidas, é a árvore de fruto mais antiga da horta. Tem tantos anos que nem sequer me recordo de vê-la pequena.

Este ano vai dar para fazer muito doce e talvez vender alguma!

Novas sementeiras de Verão


Pimentos de duas variedades 


Curgete


Feijão encarnado e feijão manteiga 


Aboboras 


Plantação de tomate de 4 variedades 


Abobora menina 


Berinjela
 


Tomate maçã 


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Meloa e melancia: experiências


Debaixo dos garrafões estão meloas e melancias


Melancia


Meloas de polpa laranja
No ano passado não resultou. As plantas tiveram um crescimento deficiente, alguns pés morreram e os frutos não se desenvolveram. O verão foi fresco, com temperaturas noturnas baixas e talvez por isso esta cultura não resultou. Este ano voltei a tentar. Transplantei 4 pés de melancia e 6 de meloa. Como as noites ainda estão frescas, coloquei uns garrafões por cima de cada pé de forma a criar um microclima e aumentar a temperatura em cerca de 2 a 3 graus. 

Se este ano não resultar, desisto. Pode ser que o clima aqui nesta zona do país não seja o adequado para este tipo de culturas.

Feijão de vagem riscado de trepar

Feijão de vagem previamente germinado em copos de plastico

Vagem para ser tutorada
Feijao vagem e Milho


O Milho servirá de tutor para o feijão verde
Este ano decidi fazer uma experiencia na horta que consiste em semear vagem e milho juntos. Li algures que esta associação de culturas era comum em outras zonas do país e decidi experimentar. No ano passado as estacas que arranjei para tutorar o feijão não resultaram muito bem, pois como não consegui enterra-las suficientemente fundo, nos dias de ventania ( e houve alguns no verão ) as estacas não se aguentaram de pé e comprometeram  seriamente a produção do feijão verde. Assim quando soube desta possibilidade nem pensei duas vezes. 

O problema este ano parece estar na passarada, pois parte do milho não está a nascer e desconfio que os melros, rolas e gaios que frequentam a horta se banquetearam com ele. Bem só me resta voltar a semear nas falhas e esperar que alguns escapem e germinem.

Entretanto transplantei cerca de 50 covas de feijão de vagem de trepar riscado, que entretanto e de forma a adiantar terreno havia colocado a germinar em copos de plastico no principio de abril ( pois o tempo chuvoso não permitiu  a sementeira direta). Assim, foi possível recuperar cerca de 3 semanas. Agora só falta colocar as estacas e desta vez bem seguras.

terça-feira, 7 de maio de 2013

ERA O QUE FALTAVA!!!!!!


Afinal parece que não podemos semear o que queremos! Ouviram as noticias? 

Resumo: A U.E. prepara-se para legislar sobre o uso de sementes na comunidade europeia. Pretendem criar uma lista de sementes, tornando ilegal o uso de qualquer semente que não faça parte dessa lista. Segundo alguns sites nacionais e internacionais cerca de 60% das sementes dessa lista pertencem a grandes corporações como a Monsanto, Bayer, AstraZenecar, etc.. e são maioritariamente hibridas!

Temos todos e principalmente aqueles que se preocupam com este planeta, a sua biodiversidade de flora e fauna, a obrigação e o dever de impedir que aconteça aqui o que se passa já em outros países como os E.U.A.

Existe em curso uma petição internacional: 


Assinem!


domingo, 5 de maio de 2013

Os mirtilos já têm fruto a pintar!

Ozarkblue ???

Bluecrop ???

Ozarkblue ???

Bluecrop ???

Duke ???

Ozarkblue ???


O riacho da joaninha tem 11 pés de mirtilo de diversas variedades e tamanhos: 3 Duke, 3 Bluecrop, 2 Goldtraube e 3 Ozarkblue. O objectivo é ter mirtilos a produzir durante o maior tempo possível. 

Os primeiros a colher são os da variedade Duke, a partir de meados de Maio, segue-se Bluecrop a partir de inicios de Junho, depois a variedade Ozarkblue a partir de meados de Junho e finalmente a variedade Goldtraube que produzem a partir de finais de Junho até finais de Julho ou inícios de Agosto. 

Normalmente e dependendo das variedades, a colheita dura cerca de 3 a 4 semanas pois as pequenas bagas não amadurecem todas ao mesmo tempo.

Na realidade e apesar de ter tido o cuidado de apontar as variedades, o certo é que estou um pouco confusa. As variedades que deveriam ter já terminado a floração ainda apresenta bastantes flores e aquelas que esperaria estarem a florir mais tarde, já apresentam fruto. Das duas uma, ou apontei mal ou enganaram-me ao comprar as plantas. Seja como for, o que quero é que produzam muito e durante vários meses.

A planta do mirtilo é de aspecto arbustivo, gosta de solos bem drenados e ligeiramente ácidos. Começam a produzir a partir do 3º ano mas é só por volta do 5º ou 6º ano que estão em plena produção. São plantas bastante rusticas, aguentam bem as geadas excepto na época de floração. Com raízes superficiais ( cuidado para não passarem sede no verão)  gostam de sol ou meia sombra. As bagas são inicialmente de cor verde mudando lentamente de cor até um azul escuro seroso quando estão maduras. Os frutos são bastante resistentes ao manuseamento e de boa conservação pois aguentam no frio até 14 dias sem se estragar.

Estas são basicamente as características principais para quem quiser cultivar estas excepcionais plantas isto claro sem falar nas suas imensas propriedades medicinais, entre as quais o seu poder antioxidante, e que oportunamente falarei num próximo post sobre estas maravilhosas bagas.

Roxo e verde





Começou a época das ervilhas. Estas são de quebrar e são ótimas em sopas, saladas, com ovos escalfados ou simplesmente com arroz malandrinho. A flor é de um roxo lindo e também se pode comer em cru ou simplesmente para decorar pratos.

Devem-se colher quando ainda não atingiram o comprimento máximo (2/3), a fim de evitar que fiquem lenhosas e com fio. Cinco ou dez minutos são suficientes para as cozinhar.