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domingo, 22 de dezembro de 2013

Hortaliças de Inverno

Couve-Bruxelas
Couve-Bruxelas


Alface Roxa Inverno

 

Alface frisada 



Pencas


Brócolo

Brócolo

Cebolo para transplantar 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Flor fêmea e flor macho

Flor fêmea de abobora já fecundada

Flor fêmea de abobora ainda por abrir

Flor fêmea de curgete já com o pequeno fruto e flor macho sem fruto
A pedido de uma amiga, aqui vai um post sobre as diferenças entre a flor macho e fêmea. 

Basicamente vê-se a diferença na própria flor. Quando é fêmea tem já indícios do que se irá tornar futuramente a flor depois de fecundada. 

As flores macho aparecem em primeiro lugar e secam depois de cumprir o seu papel.
Flor fêmea ainda por abrir

Flor macho de curgete (sem fruto)

Flor fêmea  de abobora 

Flor macho de abobora macho (sem fruto) ainda fechada

Flor de pepino macho (sem fruto)


Flor fêmea de pepino já com indicio de fruto

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Paixões não se discutem...


Quando hoje li um comentário num blogue da especialidade, que soava mais a desabafo, me dei subitamente conta de que havia mais pessoas a pensar como eu. Resumidamente falava da paixão por esta actividade, de trabalhar a terra como fonte de escape, de gostar de falar incessantemente de temas como métodos de cultivo, que plantas cultivar, como podar, quando plantar, as luas, as geadas, as abelhas que pousam nesta ou naquela flor... enfim falar constantemente destes temas mesmo quando as pessoas já não nos podem ouvir!

Por isso sei perfeitamente do que aquela senhora falava! Eu também tenho uma paixão pela agricultura e também sou muitas vezes incompreendida até pela família que acha que alguém com curso superior deveria dedicar-se a outras coisas.


Vista do entorno onde se encontra a horta


 
Mas depois de alguns anos a experimentar outros rumos, é neste que me sinto verdadeiramente feliz e em paz. Eu também sou jovem (mais ou menos!), e esta paixão escondida e reprimida durante tantos anos, veio ao de cima quando finalmente pude ter o meu pedacinho de chão.

Agora dedico parte do dia à família e a outra parte a um pequeno negócio embrionário para ajudar nas despesas da casa. Pensei que se gosto tanto disto porquê não aliar o útil ao agradável? Assim comecei a produzir para vender a clientes particulares e pequenas lojas.

Por isso digo, há sempre uma saída e devemos sempre tentar ser felizes. Devemos tentar fazer aquilo que gostamos, não ligar a convenções nem a ideias pré-determinadas. Felizmente estamos a entar numa nova era, em que o estigma de que só trabalha a terra quem não tem capacidade para fazer outra coisa já não faz sentido. Abundam as noticias de jovens muitos deles com formação superior, que se aventuram neste mundo cheio de oportunidades! Sorte para eles.